segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Silêncio ensurdece e dilata a mente.

Interrogações surgem a todo instante; 

Bebo o mundo todo
rir ou o inverso...

Que força terá feito chorar com um tal fulgor estes olhos tristes e pensativos? Que terá tingido (e moldado) de sangue estas faces magras e delicadas? O que acendeu e apagou a paixão nestes devaneios? Porque motivo esvai deste modo a dor?

O som do silêncio era encantador.
en-canta-dor(a)mente leve.







| Dostoiévski me entenderia.

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