Quando fecho os olhos
Imagino meus espelhos devorando-me
Formam-se anjos tortos
Que me observam e riem desses desejos tolos
Paixões internas e platônicas
Saudade secreta e desventurada
Poesia perdida, diálogos esquecidos, arrependimentos ocultos
Cartas não entregues, palavras não ditas...
Oh! Quão tristes são os meus monólogos da madrugada!
09/10/09
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