terça-feira, 8 de setembro de 2009

O choro da rosa.


Escutamos em todos os lugares, está tudo do mesmo jeito.
Aparentemente só retiraram o prisma romântico da sacada ao lado.

Lágrimas caem no papel, música como consolo, perguntas como válvula de escape...

Eu não entendo,
rosas nem sempre choram...

Neruda teria que vim aqui pra me explicar, porque o sábio do coração amarelo, não acredita nem nos "de vez em quando"?

Rosas nem sempre choram...
Rosas nem sempre choram...

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