domingo, 11 de janeiro de 2009

O que os olhos não querem ver.

"Não espere a luz aparecer no fim do túnel, caminhe até lá e acenda a tal coisa você mesmo."(Sara Henderson)

Faz parte da natureza do homem, uma vez que toda a existência humana está compreendida entre estados de dependência.
Durante a vida, o ser humano cria relações de dependência com objetos, pessoas e situações. Algumas dessas relações são importantes para o bem-estar, outras causam prejuízo, perda de autonomia, etc.
Vínculo extremo onde a
droga é priorizada em detrimento de outras relações. Na falta da droga, as pessoas que se acostumaram a consumi-la, são invadidas por sintomas penosos.
De origem controversa, a palavra droga pode ter origem do persa droa (odor aromático), do hebraico rakab (perfume) ou do holandês antigo droog (folha seca, porque antigamente quase todos os medicamentos eram feitos à base de vegetais).
(Organização Mundial da Saúde - OMS, 1981): "qualquer entidade química ou mistura de entidades (mas outras que não aquelas necessárias para a manutenção da saúde, como por exemplo água e oxigênio), que alteram a função biológica e possivelmente a sua estrutura".
Qualquer substância capaz de modificar a função dos organismos vivos, resultando em mudanças fisiológicas ou de comportamento.
Quando a droga é utilizada em quantidades e freqüências elevadas, o organismo se defende estabelecendo um novo equilíbrio em seu funcionamento e adaptando-se à droga de tal forma que, na sua falta, funciona mal.
Estado de adaptação do corpo, manifestado por distúrbios físicos quando o uso de uma droga é interrompido. Existem dois tipos de dependência:
dependência física e dependência psíquica.
Na dependência física, a droga é necessária para que o corpo funcione normalmente.
A dependência psíquica se instala quando a pessoa é dominada por um impulso forte, quase incontrolável, de se administrar a droga à qual se habituou, experimentando um mal-estar intenso ("fissura"), na ausência da mesma.


Vejam mais!
Fonte: http://www.adroga.casadia.org/glossario/index-D.htm

Porque será que as vezes coisas que estão na nossa frente, a gente insiste em não olhar?
Infelismente é assim mesmo...
Abram os olhos!

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