domingo, 27 de julho de 2008

Saudade... Ah! a saudade... Que saudade.

O peso da saudade é igual ao peso do seu compartimento. É como uma droga, quando você vê já está na condição de "escravo". Prestes a renunciar... a desistir. Mas é difícil. Todo vício é sufocante. E a saudade é o maior deles. O maior, mais belo, mais emocionante, mais... Tão mais que se torna menos.
A saudade quebra você. Te deixa dilacerado.
Corte feliz... O pior dos cortes.
Não dura muito tempo. Não quando é aquela saudade desesperadora ( sim! elas existem). Falo, das saudades viciantes, e não é questão de fraqueza, é questão de doação.
Saudade, singular ou plural.
Os sintomas são quase os mesmos. As medidas sempre diferentes. Os motivos, mais ainda.
A saudade até mata...
Por dentro.

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